Em 1988, o imunologista Jacques Benveniste publicou a teoria da memória da água na revista científica Nature. Segundo a teoria, a água seria capaz de reproduzir os efeitos de uma substância que tivesse contato prévio com ela, mesmo após ser diluída e nenhuma molécula dessa substância estiver mais presente, ou seja, a água teria uma capacidade de memória de guardar as propriedades das moléculas.
Para validar o estudo, o imunologista francês diluiu uma solução de anticorpos humanos em água a um grau que não havia praticamente nenhuma possibilidade de uma única molécula do anticorpo permanecer na solução. No entanto, a pesquisa relatou basófilos humanos nas soluções como se tivessem encontrado o anticorpo original. O efeito relatado só foi observado quando a solução era agitada vigorosamente.
