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Regra dos porquês, quando usar por que, por quê, porque e porquê?

A regra dos porquês ensina como empregar corretamente as formas: por que, porquê, por quê e porque.

É comum ter dúvidas sobre o uso correto dessas palavras, já que sua grafia errada está por toda parte.

Há uma regrinha geral que pode sanar as dúvidas: perguntas = por que, e respostas = porque. Já perguntas ao final das frases = por quê, enquanto que substantivo = (o) porquê.

Quando empregar por que?
A regra dos porquês: saiba como empregá-los corretamente
A regra dos porquês: saiba como empregá-los corretamente Conhecimento Científico

Na regra dos porquês, deve ser usada a forma do “por que” quando se tratar de perguntas, assim como pronome relativo. Dessa maneira, o emprego do “por que”, grafado assim com palavras separadas e sem acento, se dá no começo das frases interrogativas diretas.

Só que pode ser usado igualmente no meio das frases interrogativas indiretas. Exemplos: por que ela desistiu? Eu quero saber por que você vai.

O “por que” tem a função de pronome relativo, quando utilizado no meio das frases. Nesse caso é permitida a substituição por “pelo qual” e “por qual”. Exemplificando: O caminho por que passei é ruim. (O caminho por qual passei é ruim.) A causa por que lutamos é idealista. (A causa pela qual lutamos é idealista.)

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Ainda na regra dos porquês, o “porquê” escrito junto e com acento é usado como substantivo, posto que significa “razão” ou “motivo”.

Ele sempre surge nas frases precedido de artigo, adjetivo, pronome ou numeral, cujo objeto é explicar o motivo. É exemplo de seu emprego: Não foi contado o porquê de me enganar.

A regra dos porquês: saiba como empregá-los corretamente
A regra dos porquês: saiba como empregá-los corretamente Conhecimento Científico
Quando usar Por quê?

Com a regra dos porquês, o “por quê” grafado separado e com acento é aplicado ao final das frases interrogativas diretas ou de forma isolada. Ainda que venha depois de uma vírgula ou mesmo ponto, conserva seu sentido interrogativo.

São exemplos de aplicação do “por quê” os seguintes: O moço ainda está aqui por quê?; Correr a cavalo, por quê?; Não vai embora mais? Por quê?

Quando utilizar Porque?

Por fim, na regra dos porquês, o “porque” grafado junto e sem acento significa uma conjunção subordinativa causal ou então coordenativa explicativa. Autoriza a substituição por palavras do tipo: “pois”, “para que” e “uma vez que”.

Lembramos alguns exemplos de emprego do “porque”: Não fui correr porque machuquei; Não convém entrar, porque está quente.

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Fonte: Dúvidas, Brasil Escola, BBC News, Norma Culta, Só Português, Português, Info Escola, Folha, Toda Matéria, Recanto das Letras, Ache Concursos.

Fonte das imagens: Youtube, YoutubeLetras Soltas.

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